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Procrastination considered harmful?

Tuesday, March 25th, 2008

Procrastination considered harmful? Not anymore!

No ano passado desobrí um negócio chamado structured procrastination. John Perry, o criador da idéia, explica do que se trata:

I have been intending to write this essay for months. Why am I finally doing it? Because I finally found some uncommitted time? Wrong. I have papers to grade, textbook orders to fill out, an NSF proposal to referee, dissertation drafts to read. I am working on this essay as a way of not doing all of those things. This is the essence of what I call structured procrastination, an amazing strategy I have discovered that converts procrastinators into effective human beings, respected and admired for all that they can accomplish and the good use they make of time. All procrastinators put off things they have to do. Structured procrastination is the art of making this bad trait work for you. The key idea is that procrastinating does not mean doing absolutely nothing. Procrastinators seldom do absolutely nothing; they do marginally useful things, like gardening or sharpening pencils or making a diagram of how they will reorganize their files when they get around to it. Why does the procrastinator do these things? Because they are a way of not doing something more important. If all the procrastinator had left to do was to sharpen some pencils, no force on earth could get him do it. However, the procrastinator can be motivated to do difficult, timely and important tasks, as long as these tasks are a way of not doing something more important.

Structured procrastination means shaping the structure of the tasks one has to do in a way that exploits this fact. The list of tasks one has in mind will be ordered by importance. Tasks that seem most urgent and important are on top. But there are also worthwhile tasks to perform lower down on the list. Doing these tasks becomes a way of not doing the things higher up on the list. With this sort of appropriate task structure, the procrastinator becomes a useful citizen. Indeed, the procrastinator can even acquire, as I have, a reputation for getting a lot done.

Há mais ou menos uns 6 meses decidí adotar gradativamente essas práticas de procrastinação estruturada (ou o certo seria protelação estruturada?). Quanto mais o tempo passa e eu evoluo, mais e mais coisas consigo fazer! Por mais que isso possa parecer uma desorganização total, é muito efetivo.

To-Do listsBasicamente minha única ferramenta é uma lista de coisas a fazer, que procuro manter em ordem de prioridade. Tenho uma meia dúzia de post-its na minha frente com várias coisas que preciso fazer, desde coisas importantíssimas até coisas totalmente supérfluas. Em alguns casos uso até cores para identificar itens mais importantes ou de um certo tipo (como tarefas pessoais ou coisas que se eu não fizer urgentemente posso atrapalhar alguém). Sempre que me lembro de alguma coisa nova, anoto em um post-it e aquilo entra automaticamente na fila. Quando lembro de coisas no meio da rua ou em casa quando estou dormindo, procuro rapidamente anotar em algum lugar para depois poder esquecer tranquilo, e daí quando chego no trabalho eu reorganizo a lista. Ao terminar uma tarefa, simplesmente faço um X do lado para indicar, e de tempos em tempos, faço um refactoring da lista inteira para caber em dois ou três post-its.

Estou bem satisfeito com essa nova forma de trabalhar, porque dessa forma posso tirar o máximo dessa minha característica proteladora! Ultimamente incluí até mesmo tarefas como “ler e-mails” e “blogar” na minha lista, motivo pelo qual só estou blogando depois de quase 3 semanas. Esses últimos dias foram super agitados e minha lista me ajudou a priorizar todas as coisas mais urgentes!