Uma história de fracasso com Scrum

Veja o que pode acontecer quando você usa Scrum mas não é ágil de verdade: :D

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12 Responses to “Uma história de fracasso com Scrum”

  1. Robson says:

    “you’ll be writing COBOL for banks in alaska”

    HAHAHAHA…

  2. Luiz Aguiar says:

    Huhahua… muito bom =)

  3. Confesso que fico um pouco assustado com esta velocidade de acontecimentos. Agil era algo proibido em muitas empresas e hoje é a solução a todos problemas. Mas nem de longe o pessoal está sabendo usar… eu sou um deles que está entrando agora e tudo parece fácil mas não é….
    As vezes uma consultoria ajuda muito.

  4. Jairo Luiz says:

    Cobol? Tudo menos isso……. nãooooooooooooo

  5. Nao sei o que me assusta mais:

    * O fato de existirem muitas empresas assim, capengas e enxendo a boca para dizer que são Ágeis

    * Ou o vinculo entre nós, agilistas, e o ditador alemao…

    talvez a segunda seja mais crítica…

    • @Vitor Hugo

      Eu vou de opção 1. Infelizmente Agile ainda eh novo pra muita gente e ainda eh encarado como “desenvolver sem perder tempo planejando e fazendo documentação”. Fora isso alguns praticantes de Scrum ainda não perceberam que Scrum sozinho não vai garantir o sucesso de projetos (de software, pelo menos) – e esse video mostra exatamente isso de uma forma hilária :)

      O caminho a percorrer ainda eh muito longo…. :)

  6. Detalhe:

    tb já trabalhei em empresas que faliram… nao sei se era “somente” pq nao ouviram muitas das minhas reclamacoes/sugestoes…

  7. Quase mijei de tanto rir …

  8. Completamente apoiado Guilherme… e esta tem sido minha briga no ultimo ano dentro da empresa em que trabalho…

    Uma solucao interessante, mas um pouco radical, foi fazer os cálculos de quanto custa um sistema porcaria para a empresa…. e quanto tempo se perde em retrabalho…

    Diretores adoram números… ainda mais qdo tem vários zeros juntos… ajudou a mudar algumas posturas…

  9. Bah! A questão não é ser ou não ágil, mas “fazer o que deve ser feito”. Aí que vem o ponto principal – “fazer o que DEVE ser feito” DEVERIA ser o mote de uma empresa ágil, de profissionais ágeis.

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