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	<title>Comments on: Cuidando para que o software não apodreça</title>
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	<description>Blog sobre desenvolvimento de software e tecnologia</description>
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		<title>By: 1up4Developers &#187; Blog Archive &#187; Arquiteto Cascateiro</title>
		<link>http://gc.blog.br/2008/07/20/cuidando-para-que-o-software-nao-apodreca/comment-page-1/#comment-2664</link>
		<dc:creator>1up4Developers &#187; Blog Archive &#187; Arquiteto Cascateiro</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Nov 2008 09:44:54 +0000</pubDate>
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		<description>[...] o arquiteto de obras, já para um sistema, o efeito é contrário. Acredito muito na teoria que desenvolver software não é construir prédios. Livros de renome como Pragmatic Programmer citam [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] o arquiteto de obras, já para um sistema, o efeito é contrário. Acredito muito na teoria que desenvolver software não é construir prédios. Livros de renome como Pragmatic Programmer citam [...]</p>
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		<title>By: 1up4Developers &#187; Blog Archive &#187; Software é sobre investimento</title>
		<link>http://gc.blog.br/2008/07/20/cuidando-para-que-o-software-nao-apodreca/comment-page-1/#comment-2462</link>
		<dc:creator>1up4Developers &#187; Blog Archive &#187; Software é sobre investimento</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Oct 2008 05:30:07 +0000</pubDate>
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		<description>[...] O desenvolvimento de software é (ou deve ser) um processo criativo e iterativo, mais parecido com jardinagem. O problema/necessidade dificilmente é bem definido (dificuldade de controlar as vendas pela [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] O desenvolvimento de software é (ou deve ser) um processo criativo e iterativo, mais parecido com jardinagem. O problema/necessidade dificilmente é bem definido (dificuldade de controlar as vendas pela [...]</p>
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		<title>By: Escrever software leva tempo &#187; rodrigoamaral.net</title>
		<link>http://gc.blog.br/2008/07/20/cuidando-para-que-o-software-nao-apodreca/comment-page-1/#comment-1007</link>
		<dc:creator>Escrever software leva tempo &#187; rodrigoamaral.net</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 17 Aug 2008 03:41:45 +0000</pubDate>
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		<description>[...] Cuidando para o que o software não apodreça [...]</description>
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	<item>
		<title>By: Desenvolvendo software como uma Rock Band &#171; Witaro</title>
		<link>http://gc.blog.br/2008/07/20/cuidando-para-que-o-software-nao-apodreca/comment-page-1/#comment-951</link>
		<dc:creator>Desenvolvendo software como uma Rock Band &#171; Witaro</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Aug 2008 04:23:00 +0000</pubDate>
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		<description>[...] software como uma Rock&#160;Band  Há algum tempo atrás li esse post do Chapiewski sobre analogias usadas para o desenvolvimento de Software. Fiz um longo comentário [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] software como uma Rock&nbsp;Band  Há algum tempo atrás li esse post do Chapiewski sobre analogias usadas para o desenvolvimento de Software. Fiz um longo comentário [...]</p>
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		<title>By: Carol</title>
		<link>http://gc.blog.br/2008/07/20/cuidando-para-que-o-software-nao-apodreca/comment-page-1/#comment-935</link>
		<dc:creator>Carol</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 Aug 2008 02:09:41 +0000</pubDate>
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		<description>Independente de toda discussão em relação a metáfora. Achei super interessante ler seu texto e retornar à &quot;Definição de Pronto&quot;.
 
Puxa... A dedicação diária para não neglicenciar as práticas e valores que estamos aprendendo fazem TODA a diferença. 

Não vamos deixar nossos softwares apodrecerem e nos fazerem pensar que seria melhor ser &quot;Florista&quot; à ser Desenvolvedor.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Independente de toda discussão em relação a metáfora. Achei super interessante ler seu texto e retornar à &#8220;Definição de Pronto&#8221;.</p>
<p>Puxa&#8230; A dedicação diária para não neglicenciar as práticas e valores que estamos aprendendo fazem TODA a diferença. </p>
<p>Não vamos deixar nossos softwares apodrecerem e nos fazerem pensar que seria melhor ser &#8220;Florista&#8221; à ser Desenvolvedor.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: [Agile 2008 Conference] Henrik Kniberg: 10 ways to screw up with Scrum and XP &#187; Guilherme Chapiewski - Blog sobre desenvolvimento de software e tecnologia</title>
		<link>http://gc.blog.br/2008/07/20/cuidando-para-que-o-software-nao-apodreca/comment-page-1/#comment-913</link>
		<dc:creator>[Agile 2008 Conference] Henrik Kniberg: 10 ways to screw up with Scrum and XP &#187; Guilherme Chapiewski - Blog sobre desenvolvimento de software e tecnologia</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Aug 2008 05:43:19 +0000</pubDate>
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		<description>[...] of Done: muitos times não tem uma definição de pronto ou não respeitam essa definição. Isso não só é essencial como também é preciso que o [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] of Done: muitos times não tem uma definição de pronto ou não respeitam essa definição. Isso não só é essencial como também é preciso que o [...]</p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: Willi</title>
		<link>http://gc.blog.br/2008/07/20/cuidando-para-que-o-software-nao-apodreca/comment-page-1/#comment-891</link>
		<dc:creator>Willi</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Aug 2008 15:29:51 +0000</pubDate>
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		<description>Me pergunto duas coisas:

1 - Por que nunca comparamos desenvolvimento de software com desenvolvimento de software mesmo? Sempre temos que inventar nossas analogias... (eu mesmo tenho um bocado)

2 - Com o que será que o pessoal da engenharia comparava as construções no começo dessa ciência? :)

Excelente post!
Willi</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Me pergunto duas coisas:</p>
<p>1 &#8211; Por que nunca comparamos desenvolvimento de software com desenvolvimento de software mesmo? Sempre temos que inventar nossas analogias&#8230; (eu mesmo tenho um bocado)</p>
<p>2 &#8211; Com o que será que o pessoal da engenharia comparava as construções no começo dessa ciência? <img src='http://gc.blog.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Excelente post!<br />
Willi</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Flavio Medeiros Sales &#187; Blog Archive &#187; Cuidando para que o software n&#227;o apodre&#231;a</title>
		<link>http://gc.blog.br/2008/07/20/cuidando-para-que-o-software-nao-apodreca/comment-page-1/#comment-850</link>
		<dc:creator>Flavio Medeiros Sales &#187; Blog Archive &#187; Cuidando para que o software n&#227;o apodre&#231;a</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Aug 2008 18:21:06 +0000</pubDate>
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		<description>[...] Ah ! Aqui est&#225; o link para o post do Guilherme, boa leitura: http://gc.blog.br/2008/07/20/cuidando-para-que-o-software-nao-apodreca/ [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Ah ! Aqui est&#225; o link para o post do Guilherme, boa leitura: <a href="http://gc.blog.br/2008/07/20/cuidando-para-que-o-software-nao-apodreca/" rel="nofollow">http://gc.blog.br/2008/07/20/cuidando-para-que-o-software-nao-apodreca/</a> [...]</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Fabio Nascimento</title>
		<link>http://gc.blog.br/2008/07/20/cuidando-para-que-o-software-nao-apodreca/comment-page-1/#comment-811</link>
		<dc:creator>Fabio Nascimento</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Jul 2008 19:29:41 +0000</pubDate>
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		<description>Pois é @seufagner, tanta gente querendo entrar na globo.com (Eu !!!) e você saiu ?

O que se passou em sua cabeça ?

Mas realmente, você tem razão, nossa realidade, ou minha realidade atual desanima.

Mas um dia em consigo um trabalho em que realmente o que importa é a satisfação do cliente ou &quot;produto entregue (Scrum)&quot;.

Abraços.

Fabio Nascimento</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Pois é @seufagner, tanta gente querendo entrar na globo.com (Eu !!!) e você saiu ?</p>
<p>O que se passou em sua cabeça ?</p>
<p>Mas realmente, você tem razão, nossa realidade, ou minha realidade atual desanima.</p>
<p>Mas um dia em consigo um trabalho em que realmente o que importa é a satisfação do cliente ou &#8220;produto entregue (Scrum)&#8221;.</p>
<p>Abraços.</p>
<p>Fabio Nascimento</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Witaro</title>
		<link>http://gc.blog.br/2008/07/20/cuidando-para-que-o-software-nao-apodreca/comment-page-1/#comment-798</link>
		<dc:creator>Witaro</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 27 Jul 2008 20:16:17 +0000</pubDate>
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		<description>As analogias citadas até aqui cobrem alguns aspectos do desenvolvimento, mas não possuem a mesma abrangência da analogia da &quot;Construção de prédio&quot;. Não estou dizendo que ela seja boa, mas ela se mostra muito atraente tanto por ser mais próxima de &quot;negócios&quot; como por cobrir muitas dimensões. Vamos assumir que queremos ilustrar as seguintes dimensões:

1) a natureza criativa e colaborativa do trabalho;
2) o caráter iterativo/incremental da construção das soluções visadas;
3) a temporalidade e a complexidade crescente dessas soluções;

Vou tentar aqui uma analogia que me agrada mais, usando um pouco da inspiração do que já ouvi falarem na comunidade Ruby. Desenvolvimento de Software parece um pouco com composição de música. Mas se o software em questão for um sistema maior e de longa duração, pode ser que a melhor analogia seja com as composições de uma Banda de música! Um disco, um show, uma carreira. Envolve arte, técnica e negócios. No caso do trabalho/obra, seria algo como um trabalho encomendado, onde essa &quot;encomenda&quot; lembra a forma como antigamente as óperas eram financiadas, alguém com dinheiro suficiente querendo uma peça musical que atenda suas necessidades (Um requiem? Uma homenagem? Entretenimento baseado em alguma *história* ou *tema*?). Os integrantes colaboram nas composições e por precisarem atender a um &quot;mecena/patrocinador&quot; faz sentindo exibirem a composição aos poucos (iterativamente) para ver se agrada/atende aos &quot;requisitos&quot; (muitas vezes nebulosos) e de uma forma simplificada, afinal não faz sentido orquestrar um rascunho! Enfim, é possível equiparar uma banda a uma equipe de desenvolvimento e seus trabalhos. Eis alguns pontos que me ocorrem:

- Ter que atender a um Produtor/Patrocinador (Gerentes, Analistas de negócio) e ainda por cima ao público (Usuário final) para fazer sucesso não é tarefa fácil, ou esses intermediários fazem um papel muito bom como proxy do mercado ou é melhor se aproximar mais do público para saber o que realmente desejam ou então ser alguém parecido com seu próprio público, o caso é: estar bem próximo das fontes de necessidades e/ou anseios.
- Durante os primeiros rascunhos executados nem todos os trechos/músicas precisam estar no mesmo grau de maturidade, na versão final (se o escopo/tempo permitir) as coisas podem mudar bastante até a gravação final, ou mesmo depois, se considerarmos os shows ao vivo (freqüentemente há variações).
- A unidade &quot;música&quot; pode ter semelhanças com uma classe ou um pacote de classes (dependendo da complexidade), ou mesmo um &quot;tema&quot; (no sentido usado na teoria musical) se assemelha a uma classe, uma vez que pode ser usada várias vezes numa mesma música e até em outras de uma mesma obra (disco? ópera?).
- Novas encomendas com &quot;requisitos&quot; semelhantes podem reutilizar partes das soluções anteriores (ou técnicas). Muitas vezes isso extrapola a própria banda. Talvez por isso vejamos tantas bandas e/ou músicas parecidas num determinado período de tempo.
- Várias coisas podem ser &quot;acopladas&quot; ao trabalho musical, tais como: clipes, capas de cd, coreografias, livros, etc. Outras vezes são pensadas juntas desde o começo, como ocorre às vezes em trilha de filmes, musicais ou óperas. Artistas/técnicos de outras áreas agregam valor tal qual designers aos sistemas baseados na web, daí ser importante saber trabalhar com pessoas de outras áreas.
- Treino e disciplina são importantes para dominar ferramentas, compor melhor e executar melhor em conjunto e sem erros. Não adianta crescer sozinho ou só saber tocar solos, é uma banda!
- O relacionamento da banda tem que ser cultivado e mantido sadio para a banda sobreviver e continuar criativa.
- O valor não está nos instrumentos, mas em quem os usa. De pouco serve a melhor guitarra do mundo na mão de alguém que não sabe usá-la em todo seu potencial. Ou, quão bom músico pode ser considerado quem só sabe usar aquelas Pick ups de Dj para mixar música dos outros (&quot;apertador de parafusos de frameworks&quot;)?
- A banda vai fazendo seus &quot;discos&quot; e vai precisando se renovar, se não fizer muitos sucessos novos o número de músicas &quot;legado&quot; (antigos sucessos) vai aumentando e deixando os shows mais complexos e chatos para os mesmos. A idéia é não ser uma banda de um sucesso só ou presa a um passado que não consegue superar. Se a Banda não se preocupar em se atualizar e melhorar corre o risco de só tocar em &quot;Festas da Saudade&quot;...
- Quanto mais os integrantes da Banda treinarem e comporem coisas fora de sua zona de conforto melhor músicos se tornarão.

Enfim, como toda analogia tem falhas. Mas não precisa ser mesmo perfeita, basta ser suficiente para ajudar na comunicação de algumas idéias.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>As analogias citadas até aqui cobrem alguns aspectos do desenvolvimento, mas não possuem a mesma abrangência da analogia da &#8220;Construção de prédio&#8221;. Não estou dizendo que ela seja boa, mas ela se mostra muito atraente tanto por ser mais próxima de &#8220;negócios&#8221; como por cobrir muitas dimensões. Vamos assumir que queremos ilustrar as seguintes dimensões:</p>
<p>1) a natureza criativa e colaborativa do trabalho;<br />
2) o caráter iterativo/incremental da construção das soluções visadas;<br />
3) a temporalidade e a complexidade crescente dessas soluções;</p>
<p>Vou tentar aqui uma analogia que me agrada mais, usando um pouco da inspiração do que já ouvi falarem na comunidade Ruby. Desenvolvimento de Software parece um pouco com composição de música. Mas se o software em questão for um sistema maior e de longa duração, pode ser que a melhor analogia seja com as composições de uma Banda de música! Um disco, um show, uma carreira. Envolve arte, técnica e negócios. No caso do trabalho/obra, seria algo como um trabalho encomendado, onde essa &#8220;encomenda&#8221; lembra a forma como antigamente as óperas eram financiadas, alguém com dinheiro suficiente querendo uma peça musical que atenda suas necessidades (Um requiem? Uma homenagem? Entretenimento baseado em alguma *história* ou *tema*?). Os integrantes colaboram nas composições e por precisarem atender a um &#8220;mecena/patrocinador&#8221; faz sentindo exibirem a composição aos poucos (iterativamente) para ver se agrada/atende aos &#8220;requisitos&#8221; (muitas vezes nebulosos) e de uma forma simplificada, afinal não faz sentido orquestrar um rascunho! Enfim, é possível equiparar uma banda a uma equipe de desenvolvimento e seus trabalhos. Eis alguns pontos que me ocorrem:</p>
<p>- Ter que atender a um Produtor/Patrocinador (Gerentes, Analistas de negócio) e ainda por cima ao público (Usuário final) para fazer sucesso não é tarefa fácil, ou esses intermediários fazem um papel muito bom como proxy do mercado ou é melhor se aproximar mais do público para saber o que realmente desejam ou então ser alguém parecido com seu próprio público, o caso é: estar bem próximo das fontes de necessidades e/ou anseios.<br />
- Durante os primeiros rascunhos executados nem todos os trechos/músicas precisam estar no mesmo grau de maturidade, na versão final (se o escopo/tempo permitir) as coisas podem mudar bastante até a gravação final, ou mesmo depois, se considerarmos os shows ao vivo (freqüentemente há variações).<br />
- A unidade &#8220;música&#8221; pode ter semelhanças com uma classe ou um pacote de classes (dependendo da complexidade), ou mesmo um &#8220;tema&#8221; (no sentido usado na teoria musical) se assemelha a uma classe, uma vez que pode ser usada várias vezes numa mesma música e até em outras de uma mesma obra (disco? ópera?).<br />
- Novas encomendas com &#8220;requisitos&#8221; semelhantes podem reutilizar partes das soluções anteriores (ou técnicas). Muitas vezes isso extrapola a própria banda. Talvez por isso vejamos tantas bandas e/ou músicas parecidas num determinado período de tempo.<br />
- Várias coisas podem ser &#8220;acopladas&#8221; ao trabalho musical, tais como: clipes, capas de cd, coreografias, livros, etc. Outras vezes são pensadas juntas desde o começo, como ocorre às vezes em trilha de filmes, musicais ou óperas. Artistas/técnicos de outras áreas agregam valor tal qual designers aos sistemas baseados na web, daí ser importante saber trabalhar com pessoas de outras áreas.<br />
- Treino e disciplina são importantes para dominar ferramentas, compor melhor e executar melhor em conjunto e sem erros. Não adianta crescer sozinho ou só saber tocar solos, é uma banda!<br />
- O relacionamento da banda tem que ser cultivado e mantido sadio para a banda sobreviver e continuar criativa.<br />
- O valor não está nos instrumentos, mas em quem os usa. De pouco serve a melhor guitarra do mundo na mão de alguém que não sabe usá-la em todo seu potencial. Ou, quão bom músico pode ser considerado quem só sabe usar aquelas Pick ups de Dj para mixar música dos outros (&#8221;apertador de parafusos de frameworks&#8221;)?<br />
- A banda vai fazendo seus &#8220;discos&#8221; e vai precisando se renovar, se não fizer muitos sucessos novos o número de músicas &#8220;legado&#8221; (antigos sucessos) vai aumentando e deixando os shows mais complexos e chatos para os mesmos. A idéia é não ser uma banda de um sucesso só ou presa a um passado que não consegue superar. Se a Banda não se preocupar em se atualizar e melhorar corre o risco de só tocar em &#8220;Festas da Saudade&#8221;&#8230;<br />
- Quanto mais os integrantes da Banda treinarem e comporem coisas fora de sua zona de conforto melhor músicos se tornarão.</p>
<p>Enfim, como toda analogia tem falhas. Mas não precisa ser mesmo perfeita, basta ser suficiente para ajudar na comunicação de algumas idéias.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: seufagner</title>
		<link>http://gc.blog.br/2008/07/20/cuidando-para-que-o-software-nao-apodreca/comment-page-1/#comment-759</link>
		<dc:creator>seufagner</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Jul 2008 00:43:30 +0000</pubDate>
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		<description>@Fabio

É só você olhar as grandes instituições que não se importam quanto se gasta para desenvolver software, jogar rios de dinheiro - que não lhes faltam - no ralo e, de qualquer modo, os atende. Eles não querem saber, não estão preocupado com o que é certo ou errado, pois o fator crucial é o risco - para eles - de mudar ou não. Eu mesmo ouvi isso e no meu último emprego, um martírio de dois meses:

&quot;Não Fagner, ninguém quer saber, ninguém quer mudar nada. Eles querem é vender seguros e se ainda estão vendendo bem então que continue assim&quot;

Infeliz o dia em que saí da Globo.com rsrs</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>@Fabio</p>
<p>É só você olhar as grandes instituições que não se importam quanto se gasta para desenvolver software, jogar rios de dinheiro &#8211; que não lhes faltam &#8211; no ralo e, de qualquer modo, os atende. Eles não querem saber, não estão preocupado com o que é certo ou errado, pois o fator crucial é o risco &#8211; para eles &#8211; de mudar ou não. Eu mesmo ouvi isso e no meu último emprego, um martírio de dois meses:</p>
<p>&#8220;Não Fagner, ninguém quer saber, ninguém quer mudar nada. Eles querem é vender seguros e se ainda estão vendendo bem então que continue assim&#8221;</p>
<p>Infeliz o dia em que saí da Globo.com rsrs</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Juan Carlos Castro</title>
		<link>http://gc.blog.br/2008/07/20/cuidando-para-que-o-software-nao-apodreca/comment-page-1/#comment-761</link>
		<dc:creator>Juan Carlos Castro</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Jul 2008 23:26:52 +0000</pubDate>
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		<description>Quantos de nós já não passaram por isto?

&quot;Software is not physical. It&#039;s certainly not sexy. All I have to do is answer the question, &#039;What do you do?&#039; at any party to learn how absolutely uninteresting my chosen profession is. I say, &#039;I work with software,&#039; and the questioner visibly glazes over and turns to the next person. (Or worse, they grill me about using Photoshop. I&#039;ve never used Photoshop in my life.) I&#039;ve come to dread that question.&quot;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Quantos de nós já não passaram por isto?</p>
<p>&#8220;Software is not physical. It&#8217;s certainly not sexy. All I have to do is answer the question, &#8216;What do you do?&#8217; at any party to learn how absolutely uninteresting my chosen profession is. I say, &#8216;I work with software,&#8217; and the questioner visibly glazes over and turns to the next person. (Or worse, they grill me about using Photoshop. I&#8217;ve never used Photoshop in my life.) I&#8217;ve come to dread that question.&#8221;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Juan Carlos Castro</title>
		<link>http://gc.blog.br/2008/07/20/cuidando-para-que-o-software-nao-apodreca/comment-page-1/#comment-760</link>
		<dc:creator>Juan Carlos Castro</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Jul 2008 23:16:38 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://gc.blog.br/2008/07/20/cuidando-para-que-o-software-nao-apodreca/#comment-760</guid>
		<description>Só pra bancar o advogado do diabo... (artigo de Abril de 2000)

http://www.joelonsoftware.com/articles/fog0000000069.html</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Só pra bancar o advogado do diabo&#8230; (artigo de Abril de 2000)</p>
<p><a href="http://www.joelonsoftware.com/articles/fog0000000069.html" rel="nofollow" onclick="urchinTracker('/outgoing/www.joelonsoftware.com/articles/fog0000000069.html?referer=');">http://www.joelonsoftware.com/articles/fog0000000069.html</a></p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Fabio Nascimento</title>
		<link>http://gc.blog.br/2008/07/20/cuidando-para-que-o-software-nao-apodreca/comment-page-1/#comment-762</link>
		<dc:creator>Fabio Nascimento</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Jul 2008 22:01:30 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://gc.blog.br/2008/07/20/cuidando-para-que-o-software-nao-apodreca/#comment-762</guid>
		<description>Pois é @Roger Leite.

Seria importante ouvirmos um relato/experiência ou sugestão para softwares já apodrecidos.

Abraços

Fabio Nascimento.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Pois é @Roger Leite.</p>
<p>Seria importante ouvirmos um relato/experiência ou sugestão para softwares já apodrecidos.</p>
<p>Abraços</p>
<p>Fabio Nascimento.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Roger Leite</title>
		<link>http://gc.blog.br/2008/07/20/cuidando-para-que-o-software-nao-apodreca/comment-page-1/#comment-763</link>
		<dc:creator>Roger Leite</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Jul 2008 14:04:03 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://gc.blog.br/2008/07/20/cuidando-para-que-o-software-nao-apodreca/#comment-763</guid>
		<description>Muito bom o post GC !
Acho que este artigo da margem a uma continuação muito boa, por exemplo:
&quot;O que fazer quando o software apodreceu ?&quot;

Já que este é o meu caso e de muitos pelo jeito ... :-)

[]s</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Muito bom o post GC !<br />
Acho que este artigo da margem a uma continuação muito boa, por exemplo:<br />
&#8220;O que fazer quando o software apodreceu ?&#8221;</p>
<p>Já que este é o meu caso e de muitos pelo jeito &#8230; <img src='http://gc.blog.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>[]s</p>
]]></content:encoded>
	</item>
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