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	<title>Comments on: Mock Objects em excesso podem atrapalhar</title>
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	<description>Blog sobre desenvolvimento de software e tecnologia</description>
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		<title>By: lookyller</title>
		<link>http://gc.blog.br/2007/08/28/mock-objects-em-excesso-podem-atrapalhar/comment-page-1/#comment-10835</link>
		<dc:creator>lookyller</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2009 14:27:40 +0000</pubDate>
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		<description>Galera concordo plenamente que em muitas situações é complicado realmente aplicar um Teste Unitário isolando todas as dependências, por intermédio de Mock Objects.
No entanto, acredito também que essa complexidade se deve na maioria das vezes a uma falha de projeto, e não somente a questão do aplicar ou não?

Será que o projeto ou até mesmo a arquitetura adota não teria que ser revista? Se há muitas dependências na unidade testada, com certeza tem algo de errado por trás.

A minha opinião é que cada tipo de Teste aplicado tem seus objetivos bem idealizados e por consequência, se adotado uma abordagem já integrada na geração dos testes, alguns defeitos exercitados apenas em situações isoladas poderiam passar desapercebidos e vice-versa. 

Seria interessante analisar a melhor situação e é claro, o nível de cobertura disposto a atingir.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Galera concordo plenamente que em muitas situações é complicado realmente aplicar um Teste Unitário isolando todas as dependências, por intermédio de Mock Objects.<br />
No entanto, acredito também que essa complexidade se deve na maioria das vezes a uma falha de projeto, e não somente a questão do aplicar ou não?</p>
<p>Será que o projeto ou até mesmo a arquitetura adota não teria que ser revista? Se há muitas dependências na unidade testada, com certeza tem algo de errado por trás.</p>
<p>A minha opinião é que cada tipo de Teste aplicado tem seus objetivos bem idealizados e por consequência, se adotado uma abordagem já integrada na geração dos testes, alguns defeitos exercitados apenas em situações isoladas poderiam passar desapercebidos e vice-versa. </p>
<p>Seria interessante analisar a melhor situação e é claro, o nível de cobertura disposto a atingir.</p>
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	<item>
		<title>By: JMock - trabalhando com mock objets em java &#124; Blog do PacMan</title>
		<link>http://gc.blog.br/2007/08/28/mock-objects-em-excesso-podem-atrapalhar/comment-page-1/#comment-9057</link>
		<dc:creator>JMock - trabalhando com mock objets em java &#124; Blog do PacMan</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2009 19:59:59 +0000</pubDate>
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		<description>[...] claro que Mock Objects em excesso podem atrapalhar, mas é tudo uma questão de bom senso: costumo dizer para quem esta começando a focar os testes [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] claro que Mock Objects em excesso podem atrapalhar, mas é tudo uma questão de bom senso: costumo dizer para quem esta começando a focar os testes [...]</p>
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		<title>By: Carlos Alexandre</title>
		<link>http://gc.blog.br/2007/08/28/mock-objects-em-excesso-podem-atrapalhar/comment-page-1/#comment-136</link>
		<dc:creator>Carlos Alexandre</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Sep 2007 20:58:21 +0000</pubDate>
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		<description>Eu também acho Mock Objects melhor aproveitado nas dependências entre camadas. Como uma definiçaõ mesmo dos limities de forma clara. Como você disse, existem situações onde mocks se tornam contra-produtivos e eu citaria a implementação de um modelo de objetos onde há mais dependências e comportamentos para serem verificados, nesses casos eu prefiro usar objetos falsos e validação de estado.

O ideal é acomodar essas diferentes situações no mesmo projeto.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Eu também acho Mock Objects melhor aproveitado nas dependências entre camadas. Como uma definiçaõ mesmo dos limities de forma clara. Como você disse, existem situações onde mocks se tornam contra-produtivos e eu citaria a implementação de um modelo de objetos onde há mais dependências e comportamentos para serem verificados, nesses casos eu prefiro usar objetos falsos e validação de estado.</p>
<p>O ideal é acomodar essas diferentes situações no mesmo projeto.</p>
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	<item>
		<title>By: Sobre testes unitários e testes de integração (e um exemplo usando Spring) &#124; Blog do Urubatan</title>
		<link>http://gc.blog.br/2007/08/28/mock-objects-em-excesso-podem-atrapalhar/comment-page-1/#comment-135</link>
		<dc:creator>Sobre testes unitários e testes de integração (e um exemplo usando Spring) &#124; Blog do Urubatan</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Aug 2007 16:03:45 +0000</pubDate>
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		<description>[...] Mock Objects em excesso podem atrapalhar [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Mock Objects em excesso podem atrapalhar [...]</p>
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	<item>
		<title>By: Rafael Mueller</title>
		<link>http://gc.blog.br/2007/08/28/mock-objects-em-excesso-podem-atrapalhar/comment-page-1/#comment-134</link>
		<dc:creator>Rafael Mueller</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Aug 2007 13:51:46 +0000</pubDate>
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		<description>Eu também acho que esta é a melhor abordagem.

Sempre procuro utilizar mock ou stub em coisas mais lentas (rede ou um maior processamento) nas outras situações prefiro utilizar um objeto &quot;verdadeiro&quot;. Isto não é regra, depende da classe também que irei testar... é uma questão de feeling :P

Isso traz uma clara desvantagem que é a redução do isolamento do teste, mas traz um benefício também que ao fazer um teste da classe B que utiliza A, você pode testar um comportamento de A que havia esquecido.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Eu também acho que esta é a melhor abordagem.</p>
<p>Sempre procuro utilizar mock ou stub em coisas mais lentas (rede ou um maior processamento) nas outras situações prefiro utilizar um objeto &#8220;verdadeiro&#8221;. Isto não é regra, depende da classe também que irei testar&#8230; é uma questão de feeling <img src='http://gc.blog.br/wp-includes/images/smilies/icon_razz.gif' alt=':P' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Isso traz uma clara desvantagem que é a redução do isolamento do teste, mas traz um benefício também que ao fazer um teste da classe B que utiliza A, você pode testar um comportamento de A que havia esquecido.</p>
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